quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Modelos e critérios de Ação Pastoral



Seguindo o evangelho de João (1:1-4), No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus e, neste paradigma, a ação da Igreja deve ser norma e constituir tradição, ou não lhe coubesse a obra de ordenar o mundo em vista ao Reino.

Ora, tal obra tem na própria ação de Cristo o seu referencial primordial, sua origem e sentido, mas como pode a Igreja repercutir essa ação? É neste contexto que devemos falar em modelos e critérios. Os primeiros são, na definição  de Floristan, projetos operativos ou planos concretos de atuação que relacionam de um modo dinâmico todas as tarefas que intervêm na práxis, os segundos são itens, modos ou princípios de continuação, concretização e incorporação desses modelos.

Para uma melhor compreensão da sua articulação, cruzemos esses dados no seguinte quadro:



↓ Critério

Modelo →

TRADICIONAL

COMUNITÁRIO

EVANGELIZADOR

LIBERTADOR

Princípio teândrico de Deus

Centrado na liturgia

Centrado na comunidade

Consolidar o plano de Deus

Valorização da individualidade e liberdade

Princípio sacramental  

sacramento formal como superação do dualismo (radical)

Tradição – vida comunitária como corporização ação Cristo

Autenticidade comunhão

Conceção sacramental da eclesiologia consagrada na LG; rituais entendidos numa perspetiva libertadora

Conversão

Espiritualidade; necessidade de libertação do corpo

Relação com o outro, prática concreta e integral

Inversão de um pseudocristianismo proliferante

Necessidade de uma transformação pessoal

Historicidade

Desvalorizada

Valorizada – CVII

Resposta à secularização

Necessidade adaptação salvação ao contexto

Universalidade

Garantida pela estrutura piramidal da Igreja

Conquistada face à diferença (por ex., outras igrejas/comunidades); inversão da hierarquia da Igreja

Evangelização ou reevangelização em torno da Unidade da Igreja numa pastoral de conjunto

Cada cristão deve assumir-se como um modelo de salvação (instauração do Reino)

Sinais dos tempos

Canónica rígida; cristianismo social consolidado

Efervescência social, política e científica; crise religiosa

Distinguir o traço profético do mundano

Necessidade de modelos diferenciados de atuação de acordo com características culturais particulares

Diálogo

Passividade leigos, recetáculo da Palavra

Intra e extra-eclesial, intra e extra-comunitário

Assente na criatividade pastoral – grande responsabilização do clero como modelo apologético

Necessidade de uma transformação sociopolítica de modo a configurar a institucionalização da Igreja

Encarnação

Paróquia plataforma salvação

Valorização do mistério de Deus na vida do povo de Deus

Concretização de um plano de Salvação no mundo

Valorização da componente profética e salvífica do anúncio

Missão

Combate heresia/pecado

Combate à exclusão, desigualdade, solidão, diferença, etc.

Promoção de movimentos apostólicos

Preocupação com os desfavorecidos; valorização da missão catequética

 

Conclusão: Quer modelos, quer critérios, constituem instrumentos orientadores da atuação pastoral. Independentemente das suas virtudes, não deixam de ser meios para concretizar a vivência cristã. Este é o elemento basilar que não possui qualquer alternativa, uma vez que ele é único, autossuficiente e inegável. Qualquer modelo estanque tenderá à sua autodestruição, o mesmo acontecendo com outro demasiado diluído. O melhor será aquele que melhor responder às tendências e necessidades do momento, sem descurar o que é trans-histórico e transcendente.                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                               

 

Ação eclesial na Paróquia de Vila do Conde


A dimensão essencial da ação da Igreja reside, por um lado, na prática dos clérigos e, por outra, na intervenção dos paroquianos. Estes dois aspetos, intrinsecamente indissociáveis, constituem o âmago da ação pastoral, condição sine qua non da corporização de Cristo no tempo concreto em que o Reino se consubstancializa.

 Para o percebermos, devemos ser capazes de identificar sinais evangelizadores dessa prática e que são de ordem: do Serviço, com várias iniciativas visando a caridade, de que o banco alimentar é um exemplo; da Koinonia, com enfâse na comunicação, como se pode constar no site http://paroquiadeviladoconde.pt/# mas, também, na própria liturgia, onde toda a prática é acompanhada por um Powerpoint num Datashow onde aparecem as letras das canções cantadas ou o texto do credo, entre outros, permitindo a todos, em particular aos mais novos, acompanharem o que está a ser dito; é proclamado o martírio, quer ao nível da rica e dinâmica catequese, onde o processo evangelizador tem uma grande preocupação de visibilidade, quer ao nível sociopolítico, havendo uma boa articulação entre a atividade paroquial e camarária; esta presença no mundo tem no Padre Paulo César uma sua máxima expressão, ou não fosse ele um homem de Deus com uma completude, abertura, proximidade, humildade e pedagogia simplesmente contagiantes, um rosto no mais profundo sentido da palavra.

Podemos considerar que o modelo de ação pastoral seguido é o comunitário, marcado pela urbanidade e pela atualidade, até porque a tradição religiosa está consideravelmente enrazada nesta comunidade, de que a comunidade piscatória de Vila do Conde, e a sua célebre Igreja dos Navegantes, ou as variadas e desenvolvidas valências da Santa Casa da Misericórdia disso são exemplo. Todavia, em parte porque há uma crescente migração para o centro da cidade de jovens casais oriundos de conselhos e freguesias limítrofes que querem viver na urbe e que, como sucede nas gerações mais novas, não personificam uma prática cristã, podemos afirmar que existe uma preocupação evangelizadora que se traduz, entre outros, em batismos de jovens adultos e na procura de diálogo, designadamente através de grupos de jovens paroquiais e dos escuteiros, junto das comunidades encerradas nos novos condomínios privados que à beira-mar florescem.  

Já ao nível do Plano pastoral uma crítica deve ser feita, pois além de não ser explícito, não é claro qual é a identidade procurada na paróquia: não é claro se existe uma tendência mais conservadora ou progressista, unidirecional ou objetivante, criteriológica ou operativa; em suma, e socorrendo-nos de Sérgio Lanza, não é claro quais são os pressupostos, as dificuldades, os obstáculos ou as mais-valias que permitam prefigurar uma moção espiritual. E, portanto, esta abertura a um debate seria fundamental para uma reconfiguração da imagem da igreja e do esclarecimento do seu papel; não há, de facto, um claro diálogo teológico e hermenêutico com algumas das principais estruturas da cidade; a título exemplificativo, a biblioteca de Vila do Conde organiza, quinzenalmente, uma tertúlia sob o título “À conversa com…”, e não tenho memória de alguma vez ter sido convidada uma personalidade religiosa ou, pelo menos, para falar de religião; outras instituições da cidade, muito virada para as artes, como a pintura, a poesia, a literatura, o cinema ou o artesanato, nunca encetaram, pelo menos formalmente, diálogos temáticos sobre a problemática da religião; parece, aqui, que estamos perante uma dessas situações em que a comunidade religiosa se fecha um pouco sobre ela mesma, refugiada nos seus valores fundamentais; sem descurar esta importante vertente, é preciso trazer a Igreja para o debate, mostrar que ela é feita de pessoas concretas, combatendo problemas concretos, que a todos concerne. 


Nesta medida, o problema, como teorizou Alberich, é necessário implementar um modelo de ação pastoral que seja articulador da ação da Igreja, no mundo, para o mundo e ao serviço da igreja, que medeiem os signos evagelizadores (diaconía, koinonía, martyría e liturgia) com as formas do processo evangelizador (ação missionária, catequética  e pastoral) na assunção de que esta ação nuca será total ou plena, pois a sociedade atual não o permite. Dizendo-o por outras palavras, não podemos aspirar a ter A Igreja e toda a humanidade no Reino, diria, antes, que temos de começar a mostrar o Reino às pessoas, alertar para a sua importância e possibilidade, na esperança de que cada vez mais pessoas a ele adiram, pelo menos am parte, sobretudo ao nível da intenção e compreensão, pois é essa a realidade que vivemos hoje, a do homem cético, para o bem e para o mal, ou não fosse este o nosso tempo, em que o indivíduo é cada vez mais valorizado, abrindo portas a um modelo mais libertador, que pouco a pouco se vai afirmando.

 
 
   
     
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                    

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Objeto e Método da Teologia Pastoral


Tema: Objeto e método da Teologia Pastoral

Tópicos a desenvolver:

  • da teologia pastoral à teologia prática;
  • estratos da pastoral;
  • metodologia da teologia prática;
  • objeto formal e material da teologia prática;
  • o objetivo da teologia prática.


          da teologia pastoral à teologia prática

Seguindo Marcel Viau, citando Adler (1995), a disciplina TP resulta de uma evolução da teologia prática – reflexão interna das atividades intra-eclesiais como a liturgia, o catecismo a missiologia ou a diaconia – para uma investigação em torno da própria ação religiosa num contexto social, cultural e histórico dado e emergente; esta aceção da TP encontra na GS um enquadramento institucionalizado; neste sentido, a TP assume-se como uma Eclesiologia Existencial, na medida em que é uma reflexão atualizada da ação concreta da Igreja enquanto Corpo Místico de Cristo.

          estratos da pastoral

a) Pastoral fundamental: consciência do próprio ser – substrato ontológico – da ação concreta e experiencial da Igreja;

b) Pastoral especial: metapastoral, no sentido em que contempla a pastoral em si mesma e a sua realização histórica na situação, numa base fenomenológica;

c) Pastoral aplicada: compreender em que medida os agentes ministeriais concretizam, ou não, e porquê, a ação planeada.

          metodologia da teologia prática

Situada na mediação entre a fé e o mundo, cabe à TP compreender criticamente o próprio ato da crença na situação concreta em que ela se manifesta; passa por saber usar ferramentas epistemológicas diversas e complementares, emergentes das próprias ciências humanas, da análise e da discussão e dos novos meios emergentes, em particular a partir das novas tecnologias de comunicação; implica, também, fundamentar o paradigma e os pressupostos que legitimem a verdade das assunções e conclusões obtidas.

          objeto formal e material da teologia prática

Passa por distinguir a componente formal da ação pastoral, enquanto ela concretiza princípios oriundos, entre outros, da teologia fundamental, da eclesiologia, da dogmática ou da patrística, da componente material, a saber, do gérmen espontâneo e histórico que constitui a própria vida da comunidade no mundo, cristã por formação, por intuição ou por contraposição.

          o objetivo da teologia prática

Viau afirma que cabe à TP produzir um artefacto teológico, na medida em que constitui um produto humano, simultaneamente estético (emergente na corporeidade do crente), retórico (dialógico na crença) e epistémico (totalidade do artefacto em cada acontecimento); de uma análise qualitativa da experiência humana tornar-se-á possível compreender o seu caráter simbólico e significante, de que a presença do outro, da necessidade de salvação ou da limitação empírica são alguns dos sinais fundamentais.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Porquê o Vaticano II?


 
Quando o Papa João XXIII pré-anunciou o 2º Concílio do Vaticano, em Janeiro de 1959, surpreendeu tudo e todos, por não ser claro qual o seu propósito; quando muito, havia um pano de fundo, a Pastoral, em particular no respeitante às relações: a relação sacramental da Igreja a Deus – Lumens Gentium -, a relação com o mundo moderno – Gaudium et spes -, com as outras comunidades eclesiásticas – Unitatis redingratio -, com as outras crenças – Nostra aetate -, e a relação com o outro, em particular ao nível da liberdade religiosa – Dignitatis humanae.
Todavia, podemos especular que urgia realizar uma reflexão, não tanto teológica ou dogmática, mas sobretudo práxica, em particular atendendo às enormes mudanças e cataclismos surtidos no século XX, das ciências sociais às físicas, da política à economia, da sociedade à individualidade, da Ilustração aos mentores da suspeita - tudo estava a mudar, e muito depressa, o homem aprestava-se a pôr o pé na lua e a Igreja Católica Romana e Apostólica sentia que, a qualquer momento, os seus alicerces seriam abalados.
Tal, de algum modo, acabou por se verificar: ateísmo, deísmo, fundamentalismo, secularização, laicização, gnosticismo ou sectarismo são facetas de um movimento que, em meados do século XX, conheceram imparável ascensão e, a compor o ramalhete, o aproveitamento político da fé pelas ditaduras emergentes afetaram definitivamente a imagem e a reputação da Igreja e, por inerência, da própria religião.
A reflexão – que só terminou na 4ª sessão, em 65 – acabou por dar os seus frutos, na consciência de que o mundo tinha mudado e de que a Igreja – cuja força residiu, em grande parte, ao longo dos séculos, na sua estabilidade e resistência à mudança – tinha de saber realizar uma leitura contextualizada da marcha do povo de Deus. Uma nova pastoral, uma nova história, uma nova realidade, um novo espírito e uma nova cultura.
Mas a fundamentação teológica não foi fácil porque, precisamente, a vertente mais tradicional – de raiz escolástica, tomista e doutrinal – opunha-se à vertente renovadora, encabeçada por reformistas como Rahner, Schillebeeck ou Lubac.Ver a realidade como um lugar teológico, o tempo como um horizonte de sentido e a relação com o mundo – GeS – como uma dinâmica permanentemente interpeladora, levou a uma reflexão teológica onde a práxis da igreja para com o seu povo se renovou e se colocou num novo horizonte.
Se essa resposta – bem vistas as coisas, uma faceta comum aos concílios, o seu caráter reativo – está à altura da volatilidade do mundo contemporâneo, eis uma questão em aberto, e que só Deus e o futuro revelarão.      

 

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

CRONOLOGIA TEOLOGIA PRÁTICA/PASTORAL





 

CRONO

LOGIA

ESPAÇO

ENQUADRAMENTO HISTÓRICO

TEOLOGIA – IDEIAS GERAIS

TEOLOGIA PRÁTICA - IDEIAS

3.10.

1774

Áustria

Reforma da Imperatriz Maria Teresa

Unilateralidade visível e Hierárquica da eclesiologia;

Decadência

Pastoral como conjunto de normas para pastores;

Não se distingue teologia pastoral de prática

Séc. XIX

Escola de Tubinga (Alemanha)

Reformas eclesiológicas

Orientação bíblico-teológica (S.E. base da pastoral) ou eclesiológica (teologia como auto-consciência da própria igreja)

 Unidade eclesiológico-pastoral - estagnação

Séc. XIX

Europa e novo mundo

Pragmatismo político

Movimento missionário

Conceção antropológica dualista e individualista

Época dos manuais

Foco no Pastor como alter christus – ensinar, governar e santificar

Séc. XIX

Europa oriental

Grandes transformações políticas e sociais – iluminismo

Período de reflexão sobre fundamentos

 

Swoboda- Distinção entre teologia pastoral e prática

Novo Método Pastoral – igreja deve dialogar com os problemas da sociedade

1869

Europa e EUA

Revolução Industrial

Concílio Vaticano I

Revista de Pastoral – eco de vozes; fazer da pastoral edificação do corpo místico de Cristo

Estuda as ações da Igreja na continuação da Ação de Cristo (foco na igreja e não no agente pastoral)

Séc. XX – 1ª metade

Europa

Entre-guerras

2 visões cristológicas:  

- descendente - Cristo é Logos; união hipostática; resignação, expiação e poder; Jesus obediente;

- ascendente – teologia positiva; identificação cristo - situação povo; humanidade de jesus para chegar a Deus.

Abandono das deduções da teologia dogmática;

Criação de institutos de pastoral/catequese;

Contacto entre a Igreja e a realidade social

 

Séc. XIX-XX

Europa

Convulsões sociais – sindicalismo; êxodo rural; “mentores da suspeita” – Freud, Marx e Nietzsche

Pluralismo – grandes teólogos e pastoralistas (Nopel, Xaver ou Liégé) procuram devolver a pastoral aos seus fundamentos eclesiológicos.

Maior envolvimento da comunidade; aproximação da Igreja a Cristo e à sua vida concreta.

Séc. XIX-XX

França

Secularização

França palco guerras

Igreja como sacramento universal de salvação

Pastoral de conjunto – Ação católica nos Padres da igreja e na renovação paroquial ad extra – diálogo com o mundo

CRONO

LOGIA

ESPAÇO

ENQUADRAMENTO HISTÓRICO

TEOLOGIA – IDEIAS GERAIS

TEOLOGIA PRÁTICA - IDEIAS

Séc. XIX

Europa central

Expansão científica

Positivismo

Autonomização da teologia pastoral da teologia; movimento da prática à teoria;

Schleiermacher e Vinet

Def. TP – ciência positiva, que apresenta soluções práticas e desenvolve regras de conduta com vista à realização refletida de todas as realizações inerentes à direção da Igreja

Séc. XX - início

Europa ocidental

Movimentos ditatoriais ideológicos;

Instabilidade económica e social;

Desenvolvimento dos meios de comunicação

Ligação à realidade ainda muito incipiente; valorização do diálogo e da comunicação; teologia como agir comunicativo

Teologia prática

Allmen – ciência das reflexões, para a vida eclesial, do ensino, do sacrifício do reino de Cristo

G Casalis – a Igreja não existe para si mesma, mas para mas ao serviço dos homens em nome de Jesus (caráter missionário); papel crítico e interventivo da Igreja

Séc. XX - meados

Europa anglo-saxónica

Divisão da europa entre ocidental e leste;

 

Perspetiva teológica protestante – subalternização da Igreja; pragmatismo; sola scripturia, gracia, fide; Solus Christus; Soli Deo Gloria

Schröer – 3 paradigmas :

eclesial – fundamento confessional, religioso e cristão;

empírico – vida real – histórica - da Igreja;

anúncio - Kerigma (K. Barth)

Séc. XX – 2ª metade

 

Globalização;

Guerra fria;

Capitalismo;

Hegemonia EUA;

Cristianismo em resposta ao ateísmo e secularismo

Concílio Vaticano II – ligação entre Igreja, Cristo e realidade concreta atual

Teologia Prática como campo de reflexão autónoma especializada

 

Época contemporânea

 

Extremismos religiosos

K. Ranner - Distinção entre ecleologia ontológica e ecleologia existencial

 

Teologia prática é teologia pastoral; definição do objeto formal e material da tp; análise científico-tecnológica da situação teológica atual

Outras definições

Vários

Volatilidade referências;

 

Interdisciplinaridade;

 

Trabalho de equipa;

 

Métodos quantitativos e qualitativos de investigação nas Ciências Humanas; 

Interação entre vida atual e Vida de Cristo

 

Cristianismo em resposta ao ateísmo e secularismo

Várias referências:

Chappuis – correlação e interação constante da tp;

Delteil e Prieur – procura de questões transversais à tp – ritual, espaço e tempo;

E. Parmentier – tp como resposta à fé cristã no mundo;

Viau – recupera Sto Anselmo – fides quarens intelectum – definindo a tp como fides quarens verbum;

Zorn – tónica na missionação;

Ratzman – 4 tipos de tp – ação, teologia, realista, fenomenológico;

Nadeau – 5 métodos de aproximação à tp – empírica, hermenêutica, crítica, estratégica e fundamental.