quinta-feira, 22 de outubro de 2015

CRONOLOGIA TEOLOGIA PRÁTICA/PASTORAL





 

CRONO

LOGIA

ESPAÇO

ENQUADRAMENTO HISTÓRICO

TEOLOGIA – IDEIAS GERAIS

TEOLOGIA PRÁTICA - IDEIAS

3.10.

1774

Áustria

Reforma da Imperatriz Maria Teresa

Unilateralidade visível e Hierárquica da eclesiologia;

Decadência

Pastoral como conjunto de normas para pastores;

Não se distingue teologia pastoral de prática

Séc. XIX

Escola de Tubinga (Alemanha)

Reformas eclesiológicas

Orientação bíblico-teológica (S.E. base da pastoral) ou eclesiológica (teologia como auto-consciência da própria igreja)

 Unidade eclesiológico-pastoral - estagnação

Séc. XIX

Europa e novo mundo

Pragmatismo político

Movimento missionário

Conceção antropológica dualista e individualista

Época dos manuais

Foco no Pastor como alter christus – ensinar, governar e santificar

Séc. XIX

Europa oriental

Grandes transformações políticas e sociais – iluminismo

Período de reflexão sobre fundamentos

 

Swoboda- Distinção entre teologia pastoral e prática

Novo Método Pastoral – igreja deve dialogar com os problemas da sociedade

1869

Europa e EUA

Revolução Industrial

Concílio Vaticano I

Revista de Pastoral – eco de vozes; fazer da pastoral edificação do corpo místico de Cristo

Estuda as ações da Igreja na continuação da Ação de Cristo (foco na igreja e não no agente pastoral)

Séc. XX – 1ª metade

Europa

Entre-guerras

2 visões cristológicas:  

- descendente - Cristo é Logos; união hipostática; resignação, expiação e poder; Jesus obediente;

- ascendente – teologia positiva; identificação cristo - situação povo; humanidade de jesus para chegar a Deus.

Abandono das deduções da teologia dogmática;

Criação de institutos de pastoral/catequese;

Contacto entre a Igreja e a realidade social

 

Séc. XIX-XX

Europa

Convulsões sociais – sindicalismo; êxodo rural; “mentores da suspeita” – Freud, Marx e Nietzsche

Pluralismo – grandes teólogos e pastoralistas (Nopel, Xaver ou Liégé) procuram devolver a pastoral aos seus fundamentos eclesiológicos.

Maior envolvimento da comunidade; aproximação da Igreja a Cristo e à sua vida concreta.

Séc. XIX-XX

França

Secularização

França palco guerras

Igreja como sacramento universal de salvação

Pastoral de conjunto – Ação católica nos Padres da igreja e na renovação paroquial ad extra – diálogo com o mundo

CRONO

LOGIA

ESPAÇO

ENQUADRAMENTO HISTÓRICO

TEOLOGIA – IDEIAS GERAIS

TEOLOGIA PRÁTICA - IDEIAS

Séc. XIX

Europa central

Expansão científica

Positivismo

Autonomização da teologia pastoral da teologia; movimento da prática à teoria;

Schleiermacher e Vinet

Def. TP – ciência positiva, que apresenta soluções práticas e desenvolve regras de conduta com vista à realização refletida de todas as realizações inerentes à direção da Igreja

Séc. XX - início

Europa ocidental

Movimentos ditatoriais ideológicos;

Instabilidade económica e social;

Desenvolvimento dos meios de comunicação

Ligação à realidade ainda muito incipiente; valorização do diálogo e da comunicação; teologia como agir comunicativo

Teologia prática

Allmen – ciência das reflexões, para a vida eclesial, do ensino, do sacrifício do reino de Cristo

G Casalis – a Igreja não existe para si mesma, mas para mas ao serviço dos homens em nome de Jesus (caráter missionário); papel crítico e interventivo da Igreja

Séc. XX - meados

Europa anglo-saxónica

Divisão da europa entre ocidental e leste;

 

Perspetiva teológica protestante – subalternização da Igreja; pragmatismo; sola scripturia, gracia, fide; Solus Christus; Soli Deo Gloria

Schröer – 3 paradigmas :

eclesial – fundamento confessional, religioso e cristão;

empírico – vida real – histórica - da Igreja;

anúncio - Kerigma (K. Barth)

Séc. XX – 2ª metade

 

Globalização;

Guerra fria;

Capitalismo;

Hegemonia EUA;

Cristianismo em resposta ao ateísmo e secularismo

Concílio Vaticano II – ligação entre Igreja, Cristo e realidade concreta atual

Teologia Prática como campo de reflexão autónoma especializada

 

Época contemporânea

 

Extremismos religiosos

K. Ranner - Distinção entre ecleologia ontológica e ecleologia existencial

 

Teologia prática é teologia pastoral; definição do objeto formal e material da tp; análise científico-tecnológica da situação teológica atual

Outras definições

Vários

Volatilidade referências;

 

Interdisciplinaridade;

 

Trabalho de equipa;

 

Métodos quantitativos e qualitativos de investigação nas Ciências Humanas; 

Interação entre vida atual e Vida de Cristo

 

Cristianismo em resposta ao ateísmo e secularismo

Várias referências:

Chappuis – correlação e interação constante da tp;

Delteil e Prieur – procura de questões transversais à tp – ritual, espaço e tempo;

E. Parmentier – tp como resposta à fé cristã no mundo;

Viau – recupera Sto Anselmo – fides quarens intelectum – definindo a tp como fides quarens verbum;

Zorn – tónica na missionação;

Ratzman – 4 tipos de tp – ação, teologia, realista, fenomenológico;

Nadeau – 5 métodos de aproximação à tp – empírica, hermenêutica, crítica, estratégica e fundamental.

 




 

7 comentários:

  1. Paulo, a tua primeira publicação orienta-nos para uma leitura muito pormenorizada sobre a evolução da Teologia Pastoral destacando os pontos fortes da leitura de Casiano Floristan. Em relação à cronologia ressalvas as ideias chave presentes tanto na Teologia como na Teologia Pastoral, interessante a referência à perspectiva dos vários autores. Bom trabalho!

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  2. Olá Paulo, a tua tabela está concisa, embora um pouco confusa, porque repetes datas anteriores. Eu talvez não incluísse as visões teológicas dos autores aqui, publicá-las-ia à parte.Continua!

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    1. Sim, também considero que há uma pequena confusão nas datas...

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    2. concordo, mas a repetição é para ajudar à leitura, por vezes temos de voltar atrás na data para mostrar evolução teologia...

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  3. Olá...eu gostei...só não compreendi porque voltaste a colocar os títulos das colunas a meio da tabela...talvez tenha sido um erro gráfico. Gosto das visões dos autores uma vez que nos esclarece e nos ajuda a compreender melhor a evolução da Teologia Prática.No entanto eu tiraria a última linha, ou então integraria essas mesmas definições nas datas em que surgiram. De resto considero uma tabela muito completa. Bom trabalho!

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  4. voltei a colocar título porque no ficheiro word original ficava em páginas distintas, não tirei porque "recorda" ao leitor de uq tratam as colunas, obrigado pelo comentário

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